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Através do PIPE, a EcoMol, residente da EsalqTec, desenvolve projeto com apoio da FAPESP

  • 7 de jul. de 2015
  • 2 min de leitura

Criado em 1997, o PIPE (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas) é um programa criado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) que apoia a pesquisa científica e tecnológica em pequenas empresas sediadas no estado. Em 2013 o programa teve recorde de concessões de auxílio, foram ao todo 174 bolsas. Um dos projetos aprovados foi o da EcoMol, empresa de consultoria que utiliza técnicas moleculares inovadoras para respostas ecológicas, residente da EsalqTec Incubadora Tecnológica.

O desenvolvimento social e econômico do país, principalmente em áreas que exigem licenciamento ambiental como agricultura, mineração e energia tem ameaçado a vida animal, deslocando as espécies do seu habitat natural causando o risco de extinção. A proposta da EcoMol é desenvolver um conjunto de novas tecnologias que permitam a identificação e individualização de espécies de carnívoros de forma automatizada, viabilizando o uso comercial destas em projetos que realizam estudos genéticos populacionais, levantamento e monitoração da fauna de carnívoros neotropicais* para auxiliar no manejo e na proteção fauna brasileira.

Atualmente o projeto está na Fase 2 do PIPE**, aprovado em outubro do ano passado, cujo processo tem duração de dois anos e um aporte financeiro de até um milhão de reais. Esta fase é destinada ao desenvolvimento de, pelo menos, 50% do projeto. As pesquisas são realizadas pela mestre em Biologia Molecular, Ana Luiza Bomfim Longo e pela doutora em Ecologia Aplicada Priscilla Marqui Schmidt Villela, a pesquisadora responsável pelo projeto aprovado no PIPE.

Captar recursos financeiros é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas empresas em fase inicial, o subsídio oferecido pelo programa é substancial, pois auxilia na aquisição de novos equipamentos e no desenvolvimento do produto, explica Priscilla. "O aporte financeiro da FAPESP a fundo perdido é fundamental para a redução de custo e riscos no desenvolvimento de técnicas inovadoras, o que é essencial para a competitividade e consolidação da EcoMol no mercado", diz. A doutora ainda destaca a importância da parceria com a EsalqTec, principalmente pela visibilidade que a parceira proporciona e as facilidades que Incubadora disponibiliza. "A EsalqTec oferece um ambiente flexível e encorajador, além do espaço, orientação, estrutura técnica, administrativa e operacional a um custo bem menor do que o mercado", conclui.

Para saber mais sobre o projeto da EcoMol, acesse:

*As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade dos autores e não necessariamente refletem a visão da FAPESP.

**Processo PIPE II: 2014/50557-4 Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

 
 
 

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